Estupidez
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A estupidez é a qualidade ou condição de ser estúpido, ou a falta de inteligência, ao contrário de ser meramente ignorante ou inculto. Esta qualidade pode ser atribuída às ações do indivíduo, palavras ou crenças. O termo assim também pode se referir ao uso inadequado do juízo, ou insensibilidade a nuances por uma pessoa que se julga inteligente. A determinação de quem é estúpido é relativamente difícil, apesar das tentativas de medir-se a inteligência (e assim estupidez) tais como testes de QI. O adjetivo também pode ser usado como um pejorativo.
Manifestação pela educação
Recentemente uma grande quantidade de atenção foi dada sobre outra classe de estupidez: ações estúpidas por esses que são muito educados.[carece de fontes?] Em anos recentes um número de noções tal como o groupthink (pensamento de grupo) foi desenvolvido para explicar isto. Isto é um tema claramente novo para pesquisadores e há ainda poucos trabalhos acadêmicos no assunto, embora já no Século XIX Oscar Wilde tenha escrito que "não há nenhum pecado, exceto a estupidez". [1]
Contrariamente indivíduos inteligentes também podem ter um comportamento estúpido quando seu pensamento racional é descarrilado por opiniões fortes ou crenças rígidas. Neste caso a vítima cai na polarização da confirmação e começa a selecionar dados: tornando-se intencionalmente cego e surdo à evidência contrária, enquanto ao mesmo tempo coleta as evidências que apóiem as suas opiniões e crenças. Anote que a ciência moderna desenvolveu-se para combater esta forma de estupidez.[carece de fontes?] Durante o pensamento científico deve-se constantemente criticar nossas próprias opiniões e suposições (tentativa de desmentir hipóteses).
A Enciclopédia da Estupidez (The Encyclopedia of Stupidity) por Matthijs van Boxsel[2] é baseada na contenda do autor de que a "estupidez é o fundamento de nossa civilização" e sua idéia de que ninguém é suficientemente inteligente para compreender quão estúpido é. Isto não é tão estúpido como soa se incluir na definição de estupidez "auto-destruição inconsciente, a capacidade de agir contra um voto de felicidade". Um ditado atribuído a Albert Einstein é "Só duas coisas são infinitas, o universo e estupidez humana, e eu não estou seguro sobre o anterior". A estupidez, mais exatamente, não pode ser vista como o contrário à inteligência mas como uma espécie de ausência defeituosa de inteligência, a escuridão que faz a luz da inteligência verdadeira visível. Contrastado com ignorância, que é a falta de conhecimento, não a falta de inteligência.
Estupidez segundo Carlo Maria Cipolla
Gráfico ilustrativo do comportamento das pessoas: Inteligentes; Vigaristas; Fúteis; Estúpidas. Em que se mostra que os estúpidos ocupam a parte inferior esquerda do gráfico, em oposição aos inteligentes, que ocupam a parte superior direita do gráfico.
Uma pessoa estúpida, de acordo com o satírico ensaio de Cipolla [1] e [2], é aquela que consegue gerar um dano a outra, sem que de tal resulte em vantagem para si e, em muitos casos, com prejuízo para o próximo. Este ensaio resultou inclusivamente numa famosa peça de teatro sobre a estupidez.
Esta conclusão resulta da análise comparativa entre os principais comportamentos do ser humano: de um vigarista, de um estúpido, de uma pessoa inteligente e de um fútil.
Sendo que:
O inteligente consegue ter uma acção que resulte em vantagem para si e também para os outros (ainda que menor);
O vigarista tira vantagem para si com prejuízo de terceiros;
O fútil não gera nem para si nem para os outros, vantagem ou prejuízo;
O estúpido, tem uma acção que resulta em prejuízo para si e para os outros (ainda que menor).
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Tarefa de casa...
Postado por
Flávio Frois
às
03:21
Assinar:
Postar comentários (Atom)


2 comentários:
8 é um ótimo número pra se começar o ano tbm ! hauhauhau.
Safadão, só sonha com mulher, presença de mulher é sempre agradável ! ... bom, to sem o que falar de útil na verdade, mas li só dois tópicos, depois leio o último, melhor ler quando estiver sem preguiça, aí eu digo algo mais produtivo...
Cyou
Á... bravíssimo, belo texto, este sobre a estupidez, bela lição de casa. Sabes por quê me indentifico ? Porque, agora sei 'analiticamente', que já fui estupido e, mais forte que isso ao meu ver, entendo oque uma tal pessoa faz comigo. Esse adjetivo, diria eu ser um estado de estar agindo, visto pelas tentativas de definição, me esclarece em muito o que vejo acontecer, penso ser estupidez, mas não tento saber exatamente o porque.
Abraços
Postar um comentário